Mais acesso, inclusive fora do horário convencional
Clínico Geral 24h e Pediatria 24h criam uma porta digital adicional para demandas compatíveis com atendimento remoto.

O Saúde na Mão amplia o acesso ao cuidado por canais digitais, organiza a jornada do cidadão e transforma a operação do projeto em informação útil para a Secretaria Municipal de Saúde. Uma solução complementar à rede existente, dimensionada para a realidade de cada município.
A proposta parte de desafios concretos: atendimento fora do horário convencional, distâncias, jornadas fragmentadas e necessidade de acompanhar a operação com informação organizada.
Clínico Geral 24h e Pediatria 24h criam uma porta digital adicional para demandas compatíveis com atendimento remoto.
Indicadores consolidados ajudam a Secretaria a visualizar adesão, utilização, horários, cobertura e evolução do projeto.
A implantação pode ser organizada por território, público ou programa, respeitando a realidade e as prioridades de cada município.
Cobertura, públicos e módulos podem avançar de forma progressiva, orientados pela utilização e pelas prioridades definidas pela gestão.
UBS, UPA, hospitais e fluxos locais continuam exercendo seu papel. O Saúde na Mão adiciona uma frente digital para aproximar o cuidado, organizar a experiência do cidadão e gerar indicadores da operação contratada.
Acessa o cuidado e os serviços disponibilizados.
Organiza jornada, atendimento, comunicação e registros.
Acompanha indicadores e orienta a evolução do projeto.
A oferta é configurada conforme o escopo definido com o município.
Atendimento digital contínuo para orientar, avaliar e direcionar o cidadão conforme a jornada disponível.
Acesso pediátrico digital para ampliar o suporte às famílias fora do horário convencional.

Módulo complementar de acolhimento emocional, com jornada própria e contratação opcional.

Rede de vantagens e parceiros que pode ampliar o valor percebido pela população atendida.
A Secretaria passa a acompanhar a utilização do programa e pode usar essas informações para revisar capacidade, comunicação, cobertura, públicos prioritários e próximos ciclos de expansão.
Visão consolidada dos indicadores produzidos pela operação municipal contratada.
Acompanhamento por público, distrito, região ou recorte definido no projeto.
Estrutura digital para orientar próximos passos, retornos e serviços complementares.
Campanhas, avisos e orientações institucionais vinculados ao escopo do programa.
Controles de acesso, registros operacionais e práticas orientadas à proteção de dados.
Informação gerencial para revisar cobertura, capacidade e próximos ciclos de expansão.
Cada cidade tem uma rede, um território e prioridades próprias. O projeto começa pelo diagnóstico, avança para o desenho do escopo e segue para implantação, acompanhamento e expansão.
Entendimento de população, território, rede existente, prioridades e objetivos da gestão.
Definição de vidas, cobertura assistencial, módulos, indicadores e estratégia territorial.
Configuração das jornadas, comunicação, acessos, governança e ativação operacional.
Leitura dos indicadores, ajustes de operação e evolução por território, público ou serviço.
Nesta primeira etapa, a prioridade é demonstrar capacidade, impacto e modelo de implantação. A proposta técnica e comercial vem depois do diagnóstico preliminar, com base nas características reais do município.
Proteção de dados e responsabilidades definidas conforme a finalidade do projeto.
Registros operacionais e controles de acesso compatíveis com a operação.
Avaliadas por viabilidade técnica, segurança, regras municipais e interoperabilidade.
Escopo, responsáveis, suporte, indicadores e rotinas de acompanhamento definidos desde a implantação.
A conversa inicial avalia a rede atual, os públicos prioritários, o território e os objetivos da gestão para desenhar uma implantação compatível com a realidade local — antes de qualquer proposta financeira.